Segunda-feira, 12 de Março de 2012

O Despertar dos Chacras

Quando nos damos conta da existência daquela parte divina dentro de cada um de nós; quando descobrirmos com a emoção mais profunda do coração que nossa Divindade Íntima quer que desvendemos as esferas superiores de nossa Consciência; enfim, quando em nossas viagens internas começamos a responder à inteligência do Pai Íntimo, então sim, como filhos pródigos poderemos nos considerar um Deus, em potencial.




A investigação de nossa Alma nos faz conceituar que existem poderes que levariam nossa vida a uma mudança tão radical que os limites de nosso cotidiano se confundiriam com o ilimitado. Com o uso de sons vocálicos, mântricos, podemos conquistar nossa herança mágica, perdida num passado longínquo. Mantras são invocações sonoras que o mago utiliza para harmonizar seu corpo e seus Centros com as forças mais sutis da Natureza.



O homem possui ao todo 12 poderes, ou sentidos. Cinco sentidos físicos (olfato, audição, paladar, tato e visão) e sete suprafísicos, atrofiados na grande maioria de nós. Eventualmente, um ou outro sentido suprafísico se manifesta, dando-nos a certeza de que eles existem. Esses poderes são:



1º Clarividência

2º Clariaudiência

3º Intuição

4º Telepatia

5º Viagem Astral

6º Recordação de Vidas Passadas

7º Polividência




1. Clarividência: É a Terceira Visão. Com este poder, apresenta-se ante nosso olho interior todo o universo oculto, as dimesões superiores e inferiores, os elementais e os anjos, os corpos sutis, os desencarnados e as formas-pensamento. Desenvolve-se a clarividência despertando o chacra frontal (entre as sobrancelhas) e trabalhando-se a Ira. As virtudes para se despertar este chacra são paciência, serenidade e Imaginação consciente (não confundir com fantasia). A cor deste chacra é azul com matizes de rosa e prata. O mantra para seu despertar é INRI…




2. Clariaudiência: É o chamado Ouvido Interno ou Oculto. Com este sentido podemos escutar a voz dos desencarnados, dos Mestres, a Música das Esferas, compreender cada palavra pronunciada, valorizar a virtude do amor à Verdade e compreender as Leis de Causa e Efeito. O chacra deste sentido é o Laríngeo, situado na base da garganta. Suas cores são índigo e prata. O mantra é ENRE…



3. Intuição: É a voz divina que nos fala por meio do Cárdias, o chacra do coração. Com este sentido captamos o profundo significado das coisas e ficamos sabendo com antecedência o que fazer. Os místicos afirmam que este chacra desenvolvido nos dá também o poder da levitação (Jinas). A virtude para este chacra é o Amor. E a cor é o dourado. O mantra é ONRO…



4. Telepatia: Quando andamos pela rua, pensamos em alguém e logo passamos por ele; isso se chama captação de pensamento, e é despertado com as virtudes do respeito a tudo e a todos, a discrição, o não julgar ninguém. O chacra é o do plexo solar, na altura do umbigo. É chamado de Solar por ser o acumulador dos átomos ígneos, ou Prana, que vêm do Sol. Aclaramos que a Transmissão das ondas de pensamento se faz por meio do chacra frontal e a captação pelo solar. As cores são o verde e o amarelo.O mantra é UNRU

5. Viagem Astral: Todos, sem exceção, saímos do corpo físico nas horas de sono. Nossos sonhos são vivências (quase sempre inconscientes) de fatos ocorridos no mundo astral, ou quinta dimensão. Quem de nós, em um dado momento, estando relaxados, de repente nosso corpo sente um leve choque, como que assustados? Na verdade, sem o saber, estivemos saindo gradativamente do corpo físico e voltamos bruscamente. Quando um indivíduo domina relativamente esse poder, consegue conversar com os mestres e todos os desencarnados, penetrar nos templos das igrejas elementais, viajar a qualquer lugar do mundo, acima e sob a terra. Quando todos os chacras, especialmente cardíaco, prostático e hepático, estão em perfeita sintomia com as forças sutis do Cosmos, a saída astral se torna mais consciente. A virtude é a Vontade e os defeitos a serem trabalhados são a preguiça, o medo e a gula. A cor é o azul celeste. O mantra é FARAON…




6. Recordação de Vidas Passadas: Essa função depende de um sistema nervoso equilibrado, ou seja, um cérebro e uma coluna vertebral carregados de energias transmutadas. Porém, os chacras ligados a esse poder são os pulmonares, que se situam na parte superior das costas. A virtude requerida para o despertar desse centro é a Fé consciente e serena. Trabalhando-se com os chacras pulmonares conseguimos absorver a experiência e o conhecimento acumulados de vidas passadas. A cor é o violeta. O mantra é ANRA…



7. Polividência: É a virtude dos atletas da meditação, dos adeptos do Êxtase espiritual, ou pré-Samadhi. O chacra coronário, o do topo da cabeça, é a porta de entrada e saída da Essência. A polividência é a capacidade da nossa consciência (Essência ou Budhata), desligar-se parcialmente de seus sete corpos e penetrar na Realidade Única, na essência profunda e na razão de ser das coisas. Todas as sete cores ao mesmo tempo. O mantra sagrado é TUM…


Despertando os 7 Chacras
Existem 7 Templos sagrados no mundo astral ligados aos elementos cósmicos e nos conectamos magneticamente a eles por meio de nossos sete principais chacras, batizados no esoterismo crístico de Igrejas do Apocalipse ou Velas do Candelabro do Templo. De acordo com o Yoga, os chacras principais são :




Muládhara (Igreja de Éfeso ou Básico): situa-se entre os genitais e o ânus, e sua raiz fica na ponta da espinha dorsal. Liga-nos ao elemento Terra e seus mantras principais são o IAO e o S (como o silvo prolongado de uma serpente). Os grandes magos afirmam que ao se despertar esse centro dominamos externamente os gnomos e pigmeus, além dos fenômenos telúricos, como terremotos, erosão, pragas de formigas, lesmas e outros. Internamente, desenvolvemos a Paciência, a Diligência e a Laboriosidade. Todos os chacras das pernas (dos joelhos, do descarrego nos calcanhares, das solas dos pés etc.) estão subordinados ao Básico.



A Kundalini acha-se encerrada no chacra muládhara e deste chacra emanam quatro Nádis semelhantes a pétalas da flor de lótus. Muládhara é a morada do Tattwa Prittivi (ou, Elemento Etérico da Terra).



Swadhishtana (Igreja de Smirna, Prostático; chamado de uterino, nas mulheres): Localiza-se a quatro dedos acima dos órgãos sexuais, no púbis. Seus mantras principais são M e Bhuvar. Com ele trabalhamos o Tattwa Apas, com os elementais das águas, ondinas e nereidas, dominando as nuvens chuvosas, as ondas dos mares, as enchentes e as leis de equilíbrio da natureza (chamadas de Leis do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum. É um nome complexo, mas significa Tragar e Ser Tragado, Receber e Doar, Dar para Receber). Interiormente, desenvolvemos a Castidade, a Fidelidade e a compreensão da Prosperidade. Este chacra é o centro de irradiação e controle de outros, como o da bexiga, testículos (ou ovários) e rins.



Manipura (Igreja de Pérgamo ou Solar): Confere o poder da telepatia. Mas também dominamos o Fogo, e seus seres, as Salamandras e os Vulcanos. Psiquicamente, pode-se dominar os incêndios, as fogueiras, o poder curativo das velas. Seus mantras principais são: U e RAM. Tattwa Tejas. Este chacra domina os chacras secundários e terapêuticos, como do fígado, do baço, do pâncreas, o da boca do estômago etc.



Anahát (Igreja deTiatira, Cárdias): O chacra cardíaco, por nos ligar aos elementais do Ar, Silfos e Sílfides, Fadas e Elfos, nos dá poderes sobre o vento, os furacões, as brisas, a levitação, o teletransporte. Tattwa Vayú. Também nos confere a compreensão da natureza pela teologia, pelos rituais e a mensagem dos símbolos pela Intuição. O Cárdias controla os chacras pulmonares, os das axilas, dos cotovelos e os das palmas das mãos.



Vishudda, Ajna e Sahásrara (Igrejas de Sárdis, Filadélfia e Laodicéia; Laríngeo, Frontal e Coronário): Auxiliam-nos a trabalhar e compreender as energias cósmicas, superiores, do Ser, como o desapego, a sabedoria, a verdade, a inteligência, a justiça, a misericórdia etc., já que a Loja Branca Atômica de nosso corpo físico situa-se no cérebro. Esses três chacras sagrados têm sob sua influência outros, como o do cerebelo, o “chacra oculto”, os sete chacras especiais que circundam o coronário, o do hipotálamo, do timo, do palato etc.



Enfim, nosso organismo psíquico contém uma fantástica constelação de chacras que nos ligam às mais variadas energias cósmicas e telúricas. Alguns afirmam que nosso corpo astral possui cerca de 10 mil chacras e o corpo mental está estruturado com mais de 200 mil chacras. Isso, sem contar os chacras dos outros corpos.



Conhecendo a parte enferma da alma e do corpo, deficiências ou com bloqueios, podemos trabalhar com as salamandras, os gnomos etc. Conhecendo o procedimento ritualístico, os símbolos, os mantras, os nomes das Deidades especialistas em determinadas energias, podemos iniciar um verdadeiro trabalho magístico.

Domingo, 4 de Março de 2012

Esoterismo em Hollywood - Indiana Jones

Ao ver um filme no cinema ou na TV, já todos nos demos conta aqui e ali de algumas referências mais ou menos explícitas que nos chamaram a atenção. A profusão de compassos esquadros na “Liga de Cavaleiros Extraordinários”, ou a filosofia oriental apresentada ao ocidente na “Guerra das Estrelas” (“Usa a Força, Luke…”), a inesquecível cena em “Eyes Wide Shut” de Kubrik, ou ainda o universo excepcional de “Matrix”, são alguns dos exemplos mais claros. Ainda recentemente me recordo de ver “Wall Street II” e de notar que o banqueiro que apoiava ou deixava cair instituições financeiras, a velha raposa que assobiava como os pássaros, lá exibia bem evidente um emblema maçónico na lapela.

Foi preciso recuar ao final da década de 70 para poder colocar o filme no seu contexto próprio. Spielberg, poucos anos antes, tinha provocado uma verdadeira revolução com o seu “Encontros Imediatos do 3º Grau”, filme que influenciou de modo decisivo o panorama da Ovniologia internacional. É com os “Encontros Imediatos” que surge o arquétipo do Extra-Terrestres de cabeça muito grande, olhos escuros muito grandes e corpo pequeno de longos braços, “pele” pálida. Esta imagem fica de tal modo gravada no inconsciente colectivo (e cria de tal maneira uma imagem-pensamento sólida) que os anos 80 e 90 são caracterizados pela sua aparição recorrente em relatos de alegados encontros com ET’s, abduções, avistamentos e na própria cultura gráfica de publicações, filmes e websites que gravitam ao redor da Ovniologia. É de sublinhar que antes da estreia de “Encontros Imediatos”, os seres supostamente de outro planeta que encontravam seres humanos eram descritos de formas e compleições tão dispares que ainda se sustinha a imagem do “homem verde” criado pela ficção cinematográfica dos anos 50.  Spielberg arrumou de vez com os homenzinhos verdes de Marte.

Já George Lucas tinha reinventado o género de ficção-científica com “Star Wars”, cheio de referências filosóficas orientais, ancoradas na Teosofia e nos Vedas. Precisamente em “Star Wars” o actor que desempenhava o papel de Han Solo, Harrison Ford, tivera uma popularidade inesperada. Talvez por isso, e depois de outros terem feito audições para o memso papel, seria Harrison Ford a ser o escolhido para protagonizar as aventuras que o viriam a consagrar, na pele de Indiana Jones.
As ideias iniciais para a história são trabalhadas no início de 1978 entre Spielberg, Lucas e Lawrence Kasdan (que trabalhou igualmente no screenplay de “O Império Contra Ataca”, “O Regresso de Jedi”, entre outros). Entre a comunidade de fans de Indiana Jones têm circulado alguns documentos fascinantes, entre eles o “Riders of the Lost Ark – Story Conference Transcript” (de que podem fazer download na nossa biblioteca virtual), no qual estão transcritas todas as conversas preliminares entre os três autores de Indiana enquanto caracterizam o personagem. Ali vemos que a inlcusão de temas esotéricos e ocultistas é propositada e faz parte da personalidade do herói. Após lhe dar um background académico, de professor universitário e alto funcionário de um importante museu americano, Lucas explica aos seus colegas.


“LUCAS – Pensei que seria interessante fazer dele uma espécie de especialista no oculto, como um desdobramento do seu lado de antropólogo. Tem tendência a envoler-se em situações onde há tabus, voodoos e outras coisas, e especialmente quando nos começamos a envolver com pirâmides, isso é vulgar. Por isso ele estuda esses assuntos porque se viu envolvido neles. Ele estuda religiões antigas e voodoou e coisas desse género. É um tipo de vai à procura de fantasmas e fenómenos psíquicos relacionados com aquilo que faz profissionalmente. Uma espécie de arqueólogo exorcista. Quando há uma casa assombrada ou um templo assombrado e ninguém se aproxima (…) assumindo que ele acredita no fenómeno, ele é a pessoa que mandam para lidar com a situação. Ele envolve-se na exploração de templos sagrados e maldições. E algumas delas até são reais. É o género de pessoa que diz: ‘Hey, isto é interessante…’ Muitas das vezes são mistificações e enganos, mas ele consegue distingui-los. (…) Alguém usa os faraós ou uma maldição. As pessoas entram num dado templo e morrem em 24 horas. Ninguém sabe porquê. A maldição de Mabutu caiu sobre aquele lugar. Mas ele vai lá, examina a coisa e vê que há uma fissura de gás mortal que provoca o fenómeno. (…) A maior parte das vezes ele sabe quando está a ser enganado, mesmo com as imitações de antiguidades. [O museu] envia-o para saber se as peças são verdadeiras, mas também para lidar com o sobrenatural. (…) [Como é conhecedor do oculto] não só não tem medo de fazer frente a nenhum homem, como não tem medo de fazer frente ao desconhecido. (…)



SPIELBERG – E de que é que ele tem medo? Tem de ter medo de alguma coisa.



LUCAS – Se não tiver medo de nada, não lhe conseguimos arranjar problemas. Depois pensamos no assunto [(nota: foi por este motivo que mais tarde decidem fazê-lo ter pavor a cobras...)] (…)”

Fala-se sobre a Arca

“LUCAS – A ideia é explicar a Arca e o poder que tinha. (…) A tribo de Israel levava-a e era invencível. (…) Uma coisa de que eu tenho alguns dados de pesquisa é sobre o interesse de Hitler pela Arca, que a procurou aí por volta de 1936. Ele era um fanático por este tipo de coisas, loucuras do ocultismo. Nós temos um livro que explica como ele andou à procura da lança que trespassou Jesus, que estava num museu da Checoslováquia. Era um fanático por coisas ocultas. A sério que era e procurou em museus do mundo inteiro por elas. Tinha agentes que estudavam maneiras de, através destas coisas, o fazer mais poderoso. Podemos incluir isso no filme. Ele andava à procura da lança, que era muito famosa. Roubou-a dos Checos e levou-a para um museu em Berlim e agora… é suposto ter poderes ocultos… Diremos apenas que o Hitler andava à procura da lança, o que é um facto histórico e dizemos que também procurava a Arca. Obviamente que o que ele quer… ele pensa que se encontrar a Arca será invencível e poderá declarar guerra ao mundo.



SPIELBERG – O que acaba por fazer, de qualquer maneira.



LUCAS – Pois é. (…)”



Neste ponto discutem a introdução de um novo personagem que seja o complementar a Indy. Um arqueólogo especialista, sem escrúpulos, mercenário a soldo dos Nazis (portanto de outra nacionalidade), que os esteja a ajudar a encontrar a Arca. Uma espécie de Moriarty de Sherlock Holmes. Indy sabe que se este homem está envolvido, há algo de sério nas pistas sobre a localização da Arca. Adiante decidem que ele será francês (pela repulsa natural de ver um francês a colaborar com os Nazis) e, se ao herói dão a letra I(J) como dominante (Indiana Jones), ao seu arqui-enimigo darão a da outra coluna do Templo de Salomão: B (será designado Belloq).


Uma das coisas que levou muito tempo a decidir foi a cena final. Havia já a ideia de que Belloq montaria o Tabernáculo com os seus tecidos numa enorme caverna numa ilha desconhecida e que, ao abrir a Arca, uma enorme tempestade eléctrica mataria os Nazis e incendiaria a tenda. Indy veria tudo de longe e no final levaria a Arca, depois de testemunhar o seu enorme poder. Tudo acabaria com o governo americano a arquivá-la, numa caixa de madeira sem descrição exterior, numa cena que teria de ser muito burocrática. Pretendia-se que Indy, que até ver a Arca aberta não tinha a certeza do seu poder, se visse impotente ao tentar descrever esse poder aos oficiais que o impediam de estudar o artefacto.



Curiosamente Lucas e Spielberg não estavam muito certos do que poderia conter a Arca. Nas conversas iniciais não parecem saber que era a Arca das Tábuas da Lei. A referência constante a informação que seria complementada por Philip Kaufman (co-autor da história), leva-nos a pensar que este seria o mais versado de todos nestes assuntos. Lucas explica ao grupo que a Arca era colocada no Sanctum e através dela os Sacerdotes podiam comunicar com Deus, como se fosse um receptor de rádio “do tipo dos descritos pelo Eric von Daniken e dos seus Ovnis” (sic). Daniken era o popular autor do livro “Eram os Deuses Astronautas?”, que muito influenciou os pesquisadores do insólito nos anos 70. Kasdan insistia que deveriam definir o que estava na Arca ao abri-la. Inicialmente, Lucas ainda pensou em colocar um pergaminho ou a cabeça de Jesus (talvez pela referência à Voz de Deus), mas desistiu e disse que o melhor era manter-se o mistério. Sabemos hoje que, ao se aperceberam que era a mesma Arca onde Moisés colocou as Tábuas da Lei, ao abri-la o que se encontra é pó. Contudo a Arca mantém o seu poder punitivo até à versão final do filme
Antes da popularização do tema da Arca Perdida (central ao Judaísmo, mas pouco divulgado academicamente), quase não havia referências à importância da Arca. Quando se falava das Tábuas da Lei, dava-se-lhes tal imprtância, que a Arca era quase um mero recipiente delas. Apesar de ser o objecto que estava no Santo dos Santos do Templo de Salomão, as referências anteriores ao filme de Spielberg são muito escassas e quase sempre acessórias. É indiana Jones que coloca a Arca no radar de esoteristas do mundo inteiro. Logo após o avassalador êxito do filme, começam a ser publicadas inúmeros trabalhos que procuram identificar a localização da Arca, muitos relacionando-a com os Templários e outros redescobrindo a possível localização na Etiópia, sob a protecção da Dinastia de Haile Sellassie. Esta é miticamente descendente da linhagem de Salomão através da Rainha do Saba, perpetuada pelos “Sallah” de que o nomen Haile Sallahs Je (HSJ) significava “Poder da Trindade”. É possível que o nome do amigo de Indy no Cairo, Sallah, seja inspirado nesta relação.

“A Última Cruzada”, onde o tema do Santo Graal é tratado de uma forma muito interessante, regressando ao interesse do Nazismo pelo oculto e interligando a demanda com a redescoberta da relação de Indiana Jones com o seu pai. A mais recente aventura dá corpo às velhas teorias de Daniken, acerca da possibilidade de termos sido visitados por velhas civilizações extra-terrestres e de haver ainda vestígios disso nas densas florestas da América do Sul, em templos subterrâneos guardados por misteriosas tribos indígenas. O paralelismo entre as aventuras de Indiana Jones, os locais, estética e momento histórico em que se passam e as aventuras de Tintim (de que Spielberg é um fan confesso e cujo filme animado realizou.

Kaufman parece ser conhecedor da história de Percival Fawcett e de ter moldado Indy em muitas das características daquele explorador inglês que desepareceu misteriosamente em 1925 com uma numerosa equipa de ajudantes, guias e carregadores enquanto procurava a mítica cidade que designava por “Z”, perdida na selva do Mato Grosso brasileiro. Estima-se que mais de 100 homens morreram em 17 espedições desde os anos 20, para tentar encontrar vestígios de Fawcett e dos seus homens. Até hoje nada se apurou. A última expedição teve lugar em 2003, sem resultados. Especula-se que “Z”, bem como muitas outras cidades míticas presentes no folclore brasileiro (como a cidade subterrânea por baixo de São Tomé das Letras, etc.), quer com origem nos índios da selva profunda, quer originada nas cidades dos colonos, sejam na verdade referências aos sistemas de cidades que compõem os chamados Mundos Subterrâneos. Estes foram popularizados por escritores como o Teósofo Henrique José de Souza, o pintor Nicolas Roerich, por Saint-Yves d’Alveydre ou por René Guénon, entre muitos outros. Seria um sistema de 7 cidades que cobriria todo o globo e cuja oitava (central) seria Shamballah. O paralelismo entre estes mitos e muitas das cenas de “Indina Jones e o Reino da Caveira de Cristal” são evidentes





Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Previsão Mensal - Signos Março 2012

Previsão Mensal Signos Março 2012



Carneiro

Poderão surgir viagens no âmbito nacional. Não se esqueça que a sua força de vontade é necessária para chegar onde quer.

Touro

O seu renascimento vai fazer-se sentir em especial neste mês. Procure novas formas de estar na vida e de viver a vida em alegria,paz e harmonia

Gémeos

Com coragem vai encontrar novas fontes de obtenção de lucro. Defina o que na realidade quer para o seu futuro e deixe que o universo o presentei.

Caranguejo

É muito provável que viva um relacionamento secreto, no entanto pense bem se é isso que pretende para a sua vida. Invista mais na sua formação pessoal e profissional.

Leão

As oportunidades irão ser aproveitadas e os acontecimentos irão fluir tranquilamente.

Virgem

Procure um equilíbrio para a sua vida e faça as escolhas que anda a adiar de uma vez por todas.

Balança

Trabalho será a palavra de ordem para este mês, o seu esforço será recompensado.

Escorpião

Mantenha-se informado acerca de alterações ou novidades. Invista na sua família e naquele que está ao seu lado.

Sagitário

Viverá momentos felizes! Use todas as suas capacidades para seu benefício

Capricónio

Não se limite, está na altura certa para avançar!

Aquário

Não precipite os acontecimentos, o fator tempo irá ajudá-lo.

Peixes

Coloque o seu trabalho em ordem e invista mais em si.







Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

A Civilização de Sírius

Como os sirianos estão presentes na Terra nesta época

Os espíritos sirianos vem em muitas formas, principalmente como golfinhos e baleias (cetáceos), que são os seres sentientes mais completamente conscientes neste planeta. A razão para isto é que como cetáceos, os seres não experimentam uma dura separação e sentimentos de isolamento da Mãe Terra e da Natureza, como os humanos tendem a sentir. Os Cetáceos são verdadeiramente os guardiães da Terra. Os humanos teriam que compartilhar esta missão de cuidar da Terra e de toda a vida nela existente, mas a maioria dos humanos tem estado “adormecidos” há muito tempo e estão destruindo rapidamente a si mesmos, bem como a Terra e a Natureza. Os Sirianos, junto com muitos outros, estão aqui para nos ajudar a mudar isto.



Uma outra maneira pela qual os Sirianos aparecem na forma física na Terra é como “sementes estelares” humanas, aqueles que passaram a maior parte de suas vidas em um corpo Siriano, mas escolheram encarnar como um humano da Terra para um propósito específico, ou através de nascimento ou como entrantes. Há também os que vem como emissários, que escolheram passar a maior parte de suas vidas neste ciclo, como humanos terrestre, e a maioria deles estão ou estiveram no processo de serem “despertados” por seus guias de Sirius em outras dimensões. Estes guias estão trabalhando com os Corpos de Luz dos seres físicos, bem como com seus corpos físicos, mentais e emocionais, para prepara-los para vir para a consciência total.



Nossa Relação com os Sirianos

Aproximadamente há dois milhões de anos, os Sirianos começaram a adicionar algo de seu próprio DNA ao material genético de Homo sapiens. Eles ajudaram a criar os corpos que temos agora; então, geneticamente, somos quase idênticos a eles. As principais diferenças é que os Sirianos tendem a ser mais altos que nós, com cérebros maiores e mais desenvolvidos e que eles vivem muito mais tempo. Na verdade, o cérebro Siriano tem um outro lobo acima do frontal, muito semelhante ao que as baleias e os golfinhos tem.Ele lhes permite ter visão estereoscópica: eles podem ver dentro de um objeto bem como do lado externo e do lado oposto em terceira dimensão. Também, os Sirianos, assim como os cetáceos, tem enormes capacidades telepáticas e psíquicas. A comunicação telepática é concentrada através do quarto chakra, o cardíaco, mais do que com o quinto e o sexto chakras. Isto faz com que a comunicação seja muito mais amorosa que apenas palavras ou pensamentos. Os Sirianos também ajudaram geneticamente a co-criar as formas golfinho/baleia, e esta é uma razão pela qual muitos espíritos Sirianos são tão atraídos aos que estão encarnados na Terra como Cetáceos. Eles amam tornarem-se alegremente suas co-criações.




Os Sirianos que estão em sua forma etérica ou em sua forma nativa estão agora trabalhando com muitos de nós, não somente na ativação e abertura de nossos cinco chakras interplanetários mais elevados e em partes do nosso cérebro que estiveram dormentes, mas eles estão também trabalhando na nossa estrutura genética. O DNA humano irá voltar, de sua atual estrutura em dupla-hélice à sua estrutura original de 12 hélices. Para aqueles que são adultos, o nosso DNA em nossos corpos não irá mudar muito. Mas para aqueles de nós que tem ou terão crianças pequenas em um futuro próximo, os Sirianos estão trabalhando com muitos de nós para mudar o DNA dos óvulos e espermatozóides. Isto então dará a certeza de que as crianças nascerão com o seu DNA totalmente de 12 hélices e na verdade já tem a estrutura em seus corpos físicos para que sejam totalmente conscientes. Portanto, essas crianças não terão que ser “retro-alimentadas” como nós adultos.

Os Sirianos são membros de uma grande federação galáctica e algum tempo antes a nossa assim chamada “história registrada”, A Terra costumava também ser parte da Federação. Existem histórias diferentes que diferem de fonte para fonte a respeito do que aconteceu e fez com que os humanos, ou partissem ou fossem deixados para fora da Federação, após uma espécie de desastre de manipulação genética. Mas agora, a Terra está entrando numa grande mudança e parece que todos querem estar aqui para ver o que acontece, alguns como participantes, como os Sirianos, e alguns como observadores. Após a Ascensão, a Terra novamente será um membro ativo da Federação Galáctica.


A Ascensão

Os Sirianos estão trabalhando conosco, primeiro como seres individuais e depois estão nos dando sugestões do que está acontecendo, enquanto encontramos outros e formamos juntos pequenos grupos que se interconectam uns aos outros, e então começamos a compartilhar nossas experiências. Mais tarde, isto levará a uma compreensão mais conscienciosa do que o propósito deles/nosso está na transformação do planeta Terra enquanto ele se encaminha para a Ascensão. A Ascensão será como uma chave, abrindo e ancorando o Corpo de Luz com os corpos físico, emocional e mental, permitindo que eles se integrem e assim dêem a cada indivíduo acesso muito maior a dimensões mais elevadas e experimentem a Unicidade com outros





Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Como são os Arcturianos?


Os Arcturianos são esbeltos e de pequena estatura física; tem cerca de 90 centímetros a 1,20 metro de altura.

Eles são muitos parecidos, o que os deixa felizes porque apaga a mesquinharia de comparar aparências, o que é tão predominante na sociedade terrestre.

Os Arcturianos são os seres mais adoráveis e não sensórios que você possa imaginar. Sua pele é de cor esverdeada.

Eles têm olhos muito grandes, amendoados e apenas três dedos.

Tem capacidade de mover objetos com sua mente e são totalmente telepáticos.

Sua civilização transcendeu a dualidade e vive a unicidade.

As profissões em Arcturus são determinadas pela frequência vibratória de uma pessoa e pelas cores de sua aura.

Por exemplo, os responsáveis pelo cuidado das crianças devem ter como cor predominante em suas auras o violeta, pois apenas as almas mais sábias têm a permissão de se associar aos jovens.

O mesmo pode ser dito para aqueles que recebem a permissão de gerar filhos.

São examinados e testados em termos de suas frequências vibratórias e áuricas e quando são escolhidos pelos anciãos para procriar uma criança Arcturiana, passam por um processo surpreendente.

As vibrações dos dois indivíduos envolvidos são elevadas à frequência de sétima dimensão para o processo de nascimento a fim de garantir a criação das almas mais elevadamente evoluídas.

A frequência de sétima dimensão é a de um mestre ascensionado (Seres de Luz).

O ato reprodutor real não é realizado no sentido físico, como é entendido na Terra.

Em Arcturus é feito através de um elo mental pelo qual as energias do homem e da mulher são perfeitamente equilibradas.

Através desse processo procriador, um certo tipo de força elétron flui através dos dois seres e cria outro ser que é um clone do elo.

A nova forma de vida é, então, levada para um aposento especial que emana as frequências vibratórias apropriadas até o ser estar pronto para se integrar em uma unidade familiar em Arcturus.

Muitos seres de Arcturus vivem em outros planetas por decisão prioritária do conselho elevado. Em Arcturus não existe competição.

Todos os pensamentos, palavras, fatos e produtos são julgados por sua capacidade de suscitar a vibração mais próxima de Deus.

Se isso não acontecer, seja o que for não existe em Arcturus.

Uma frequência de vibração de uma pessoa está diretamente relacionada com o domínio de todo o seu corpo, emoções, pensamentos, ações e criações.

Os Arcturianos tem domínio total sobre esses aspectos do eu.

Eles desenvolveram capacidade de transcender o ego, o eu isolacionista inferior baseado no medo.

O sucesso é julgado apenas em termos de medida da frequência da Luz. Há máquinas que checam constantemente as frequências vibratórias que cada pessoa no planeta está manifestando.

Se um Arcturiano, em particular, receber a avaliação de que não está alcançando seus próprios objetivos de evolução, então, imediatamente, os anciãos enviam professores para ajudar este indivíduo.

Jamais há comparação com outros, apenas meditação relativa aos objetivos próprios de cada um.

O único meio de evoluir em Arcturus - ou em qualquer parte do universo, nesse aspecto - é sendo útil.

Por isso, os companheiros Arcturianos sentem-se felizes em ajudar do modo como podem.

Os Arcturianos vivem muito na consciência de grupo, pois reconhecem que todos são um.

Se uma pessoa está encontrando problemas para alcançar seus objetivos, então isso afetará todos os demais.

Em Arcturus, cada um é guardião, de fato, de seu irmão. No sistema Arcturiano não há líquidos como rios, lagos e oceanos, por isso eles se sentem fascinados pelo uso humano da água para recreação e energia, ainda que tenham muitos elementos em seu planeta que a Terra não possui.
Sua forma de energia básica é luz líquida.